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Pais curiosos vêm à escola conhecer o quadro interactivo Magicboard PDF Print E-mail
Segunda, 02 Julho 2007

António Cardoso e aluno interagem no Magicboard
António Cardoso e aluno interagem no Magicboard
Quarta-Feira, 20 de Junho, 10:20, um grupo de pais e encarregados de educação de alunos da turma A, do 5º ano de escolaridade, convidados pelo professor de Língua Portuguesa, chegam à Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Ana de Castro Osório de Mangualde, a fim de assistirem à aula dos seus educandos. Queriam ver ao vivo as actividades que os seus alunos faziam no quadro. Pretendiam, se possível, experimentar!

Há já algum tempo, que alguns pais e encarregados de educação, desta turma, tinham mostrado alguma curiosidade sobre o tão falado quadro interactivo, que os seus filhos e educandos começaram a utilizar na disciplina - “em casa falam das diversas actividades, muito engraçadas e interessantes que experimentam num quadro branco que parece um monitor, mas onde se pode escrever e desenhar…” - comentavam estes pais para o professor. Daí nasceu a intenção de se organizar uma aula, no final do ano lectivo, para que os pais pudessem ver os seus filhos trabalhar com diversos tipos de materiais, dando assim, tanto quanto possível, uma visão geral da versatilidade do quadro interactivo.

No fundo da sala os pais assistem
No fundo da sala os pais assistem
Dando liberdade aos seus alunos para escolherem um texto e a construção de algumas actividades para mostrarem aos pais, planeou-se uma aula de noventa minutos quase totalmente dirigida pelos alunos. A partir de um texto dramático do manual - “Na montanha” - que teve de ser transcrito para o word, os alunos e professor elaboraram, em parceria, um conjunto de actividades variadas para se trabalharem no quadro. Daqui nasceu o texto dramático com legendas e anotações explicativas (endereços de páginas web, tabelas, caixas de texto, formas, imagens…) sobre as características deste tipo de texto. Com isto pretendia-se mostrar aos pais, o texto que seria dramatizado por um grupo de alunos, introduzido por uma breve dança ao som de uma canção, cuja letra aparecia no quadro, mas também dar a conhecer as suas características particulares que o distinguem dos demais textos já estudados. Para isso, construiu-se um outro documento com imagens, formas, tabelas e textos para ser preenchido no quadro. Preparou-se de igual forma um texto com algumas informações biobiliográficos do autor, a fim de ser completado através de pesquisas, na Internet. Prepararam-se dois quizes com questões diversas (exploração ideológica e gramatical do texto dramático) e fizeram questão de se construir, em segredo, um jogo sobre o referido texto, para testarem, no final, a atenção dos pais.

A tudo isto os encarregados de educação assistiram sentados ao fundo da sala, primeiro de forma passiva, observando os seus filhos e educandos a trabalharem estes materiais no quadro interactivo, por vezes riam-se, outras vezes comentavam baixinho uns para os outros, chegando até a bater palmas, logo aproveitado pelos alunos para usufruírem de um momento de descompressão. No final e sem esperarem, um grupo de alunos apresenta-lhes, no quadro interactivo, um jogo da glória para eles próprios testarem os conhecimentos que supostamente deviam ter adquirido na aula. Desnecessário será afirmar, que tal actividade muito empolgou os alunos e até o professor, mas confrontou (de forma divertida) os pais e encarregados de educação com um teste que, provoca sempre, algum nervosismo.

Após a aula e tomando um café, professor e encarregados de educação, trocaram opiniões sobre as expectativas e potencialidades do quadro interactivo. Esta pequena mostra de actividades que lhes foi proporcionada, em cerca de uma hora, excedeu em larga medida, as suas expectativas e a imagem que tinham construído, (fruto das informações dos seus educandos) das capacidades do quadro interactivo. Não estavam preparados para verificarem as potencialidades (muitas ainda até por descobrir, diziam!) deste tipo de ferramentas ao dispor das escolas. Acharam este instrumento formidável, versátil e estimulante, capaz de gerar muito interesse e motivação para abordar temas do currículo que antes podiam parecer aborrecidos e monótonos.

Nos dias de hoje, com tantos estímulos exteriores à escola, que acabam de certa forma, por “desviar” os interesses dos nossos jovens estudantes, todas as salas de aula deviam ser equipadas com esta excepcional ferramenta - concluíram.

António Cardoso
 
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