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«Quando usamos um Magicboard observamos sempre um avivar das experiências de aprendizagem pela imagem, som e movimento. Os alunos podem Ver, Ouvir e Sentir o Quadro.»
José Miguel Sousa
Director do Centro de Formação
 

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Breve entrevista informal a um docente do Projecto PDF Print E-mail
Terça, 04 Agosto 2009

ImageP: Qual a frequência de utilização do QI nas suas aulas?
R: Sempre, apenas não se utiliza em aulas que não se adequam a qualquer tipo de suporte, por exemplo nos testes. O QI faz parte da aula tal como o quadro preto, noutras circunstâncias.

P: Que tipo de utilização faz: Sempre com actividades preparadas previamente? O QI já é tão natural como o antigo quadro (que não exigia que se preparasse a aula em função dele, mas em função do conteúdo/objectivos da lição)? Utilização mista entre pré-definido e "o improvisado"?
R: Neste caso adequam-se as três, dado que nem sempre existem materiais pré-preparados. Noutras ocasiões recorre-se a outras ferramentas da Web 2.0, no entanto o QI existe sempre como suporte de escrita. O mais comum é as aulas serem preparadas em função das potencialidades e características e  mais-valia que estes representam  no processo ensino-aprendizagem. Nem sempre a aula é conduzida da forma como foi planificada - os alunos muitas vezes levantam questões que não estavam previstas, nestes casos, como os alunos demonstram interesse particular nesse tópico, a aula acaba por ser conduzida nesse sentido, havendo lugar a situações de algum improviso - estas acabam por ser possíveis pelo facto do QI ter acesso à Internet e qualquer informação poder ficar disponível para todos os alunos em pouco tempo.

P: Que formação fez relativamente à utilização de QI?
R: Formação técnica específica orientada por técnicos: ao longo do projecto cerca de 6 sessões. Formação técnica orientada por colegas professores: todas as semanas o grupo afecto ao projecto reúne-se trocando experiências e tirando dúvidas uns com os outros, funcionando como uma Comunidade de Prática de onde surgiram novas ideias e metodologias a incorporar nas aulas, fruto da experiência e partilha de situações de sala de aula mais ou menos conseguidas. Penso ter sido este factor o que mais valorizou o projecto e com o qual se aprendeu mais. Autoformação: muitos dos conhecimentos sobre a exploração técnica e pedagógica dos QI surgiu deste modo, tendo esse conhecimento construído posteriormente partilhado com colegas.

P: Quanto tempo demorou até se sentir confortável com a utilização de QI na sala de aula?
R: Foi um processo rápido dado que já me sentia confortável no uso das tecnologias em sala de aula, no entanto os constrangimentos que surgiam prendiam-se sobretudo com aspectos técnicos de funcionamento.

P: Acerca da sua prática com o QI...
R: As aulas ganharam outra dimensão e dinâmica. Permitem uma maior flexibilização dos conteúdos a leccionar, proporciona uma maior interacção entre o professor e alunos e entre os alunos, funcionando também como uma janela aberta para o mundo onde qualquer informação fica disponível para a turma.

EB2,3/S de Penalva do Castelo
Docente de Inglês

 
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