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Entrevista a Alunos PDF Print E-mail
Segunda, 25 Maio 2009

ImageContinuando com a nossa sondagem sobre o projecto INOV@R com QI na ESFA, publicamos hoje uma entrevista realizada a três alunos do 12º D a quem, ao longo dos três anos, em várias disciplinas (Português, Francês, MAC e História), foram leccionadas aulas com a utilização do quadro interactivo – o Fausto Correia, a  Luísa Pereira e a Maria João Azevedo. Estes três alunos também já foram notícia no portal do Inovar (Magicboards revolucionam as apresentações dos trabalhos dos alunos -10.11.2008) por terem apresentado um trabalho de grupo com recurso ao quadro interactivo.

Como foi a vossa recepção/adaptação, após implementação, aos Quadros Interactivos na sala de aula, ao longo destes últimos três anos?

Luísa: No 10º ano quando comecei a trabalhar com os quadros interactivos achei uma grande diferença nas aulas. Eram muito mais dinâmicas, sentia-me muito mais motivada e estava muito mais atenta. Também já realizei trabalhos com os quadros interactivos e também notei uma grande diferença. Achei que era muito positivo, não só para a apresentação de trabalhos, mas também para a realização dos mesmos. Foi uma adaptação muito fácil, porque tem umas funções muito simples. Qualquer pessoa se adapta muito bem aos quadros interactivos.

Fausto: Concordo com a Luísa. A adaptação foi muito fácil porque o quadro tem funções muito simples. Não é um daqueles softwares muito complexos, pelo que não necessita de grande formação. É verdade que tem algumas funções que precisam de ser muito bem trabalhadas e que só o professor sabe utilizar, como a introdução de vídeos, etc.

Qual as principais diferenças entre as aulas sem QI, ditas tradicionais, e as aulas com QI?

Fausto: Fazendo uma pequena retrospectiva do que foram os meus anos de escolaridade, posso dizer que, em termos de inovação e da própria motivação para a aprendizagem, nunca tive nenhuma como tenho tido ultimamente com os quadros, porque são uma verdadeira revolução daquilo que era o ensino. Uma aula em que o professor começa a ditar a matéria, sem grandes animações, só mesmo ditar o manual, é uma aula muito monótona, sem grande interacção dos alunos. Os quadros permitem uma maior interactividade com a introdução de vários suportes como o vídeo. A aula torna-se mais entusiasta, capaz de chamar mais a atenção, mesmo daqueles alunos que são mais desinteressados. Torna-se uma aula muito mais interactiva. Não vem desestabilizar. Embora dependa da própria turma, considero que vem criar uma nova mentalidade e um novo interesse aos alunos. É de realçar estas iniciativas de introdução das novas tecnologias, porque vivemos num mundo global, num mundo em que as novas tecnologias estão cada vez mais presentes na nossa sociedade. Já não estamos naquela  só de quadro e giz. Estamos numa aula mais interactiva, ligada à internet, mais ligada à inovação e à interactividade.

Maria: Eu comecei a trabalhar com o quadro interactivo basicamente este ano com o trabalho de História que realizei com a Luísa e o Fausto. Foi fácil e notei que a minha turma se sentiu motivada e interessada com a nossa apresentação. O próprio professor valorizou o nosso trabalho e isso notou-se na nossa nota.

Fizeram e apresentaram um trabalho inteiramente no quadro interactivo. Em consistiu esse trabalho, qual o seu objectivo e o resultado final?

Fausto:  O professor de História colocou-nos uma proposta de trabalho e nós estávamos habituados a fazer o vulgar PowerPoint com tópicos em que os nossos colegas basicamente viam ou ouviam e não faziam nada.   Com esta ideia de apresentação do trabalho no quadro interactivo pretendíamos que os nossos colegas interagissem um pouco mais. Por exemplo, com a função do quadro que permite “tapar” determinadas palavras, eles teriam de descobrir de que se tratava. Foi interessante focar determinar características no quadro (o tema tinha a ver com as características do cubismo) e mais tarde ver se os nossos colegas as tinham compreendido, tapando determinadas palavras  e conceitos.

Luísa: Nós queríamos inovar nesta monotonia dos trabalhos. Queríamos algo de diferente, porque o tema do trabalho também merecia isso. Deu para fazer coisas que não dava para fazer num PowerPoint. Nós conseguimos, através dos quadros, fazer actividades que de alguma forma interessaram os nossos colegas.

Maria: Pelo facto de História ser uma disciplina que nos entusiasma, procurámos fazer um trabalho diferente. Quanto ao resultado final, os alunos da turma demonstraram interesse em querer aprender também a trabalhar com o QI. Solicitaram-nos algumas explicações. Fomos o único grupo a utilizar o quadro.

Luísa: Outros colegas utilizaram também o QI, mas apenas na apresentação do trabalho, sem utilizarem as funções.

Quais foram as mais-valias e menos-valias dos QI´s para vocês, alunos do 12.º ano?

Fausto: Em relação às aulas tradicionais, penso que poupa um pouco ao trabalho do professor na preparação da aula. Antes, tinha de andar para trás e para a frente com retroprojector e acetatos, sempre preocupado com estas situações. Agora basta uma simples pen  , coloca-a no computador e  o trabalho que deseja apresentar aparece muito facilmente,  sem grandes problemas. Mais rápido, eficaz e inovador. Os alunos também querem utilizar o quadro. Penso que seria muito interessante haver sessões de formação para os alunos.

Luísa: Uma pequena desvantagem. Às vezes os professores perdem bastante tempo com pequenos problemas com o computador, por exemplo a fazer a calibração. É a única desvantagem. Isto não acontecia nas aulas do quadro e do giz, no entanto, poderá desaparecer com a prática de utilização do quadro.

Maria: Enquanto que nas ditas aulas tradicionais os alunos não se sentiam motivados e não tinham curiosidade em aprender, porque as aulas eram monótonas, com os quadros interactivos há uma maior interacção, espírito de curiosidade e evolução do próprio ensino.

Se tivessem mais um ou dois anos de ensino secundário, continuariam a  utilizar os quadros interactivos? Se tivessem mais formação o que fariam de diferente com os QI?

Luísa: Criava apresentações muito mais dinâmicas do que o PowerPoint. Agora há mais formas de apresentar, mesmo através da internet. Tenho muito que descobrir nos QI.

 
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