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23.10.2006
ndice
Sobre o Projecto
A Equipa do Projecto
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Professores Participantes
Implementao e Cronograma
Comisso de Acompanhamento
Comunidade de Utilizadores
Avaliao
Parcerias

A Comunidade de Utilizadores do Magicboard

Sabe-se que desde tempos imemoriais, os seres humanos se associam em comunidades. Inicialmente, eles juntaram-se para aprenderem uns com os outros e assim constituírem um conhecimento compartilhado espontaneamente. Foi deste modo que se constituíram naturalmente as primeiras Comunidades de Prática (CoP). Estas, portanto, não constituem em si qualquer novidade; o que é novo é a análise teórica efectuada sobre as mesmas e a apologia que delas se faz para melhorar os níveis de conhecimento nas empresas e nas escolas, numa sociedade do conhecimento regida por uma nova economia, em que as TIC’s vão desempenhar um papel cada vez mais importante.
Uma CoP é, pois, um grupo de pessoas que, desenvolvendo no dia a dia determinadas práticas similares, se reúne para discutir aspectos com elas relacionados, bem como para desenvolver o conhecimento acerca das mesmas. Jean Lave, professor de educação e geografia da Universidade de Harvard, e Etienne Wenger, dois dos pioneiros na criação de um quadro teórico sobre Comunidades de Prática, introduziram pela primeira vez em 1991 o termo “Comunidade de Prática” num livro intitulado “Situated Learning: Legitimate Peripheral Participation”, publicado pela Cambridge University Press. Ambos partilham de uma perspectiva social sobre o processo de aprendizagem, segundo a qual nós aprenderemos mais e melhor sobre as nossas práticas se nos envolvermos em comunidades com outras pessoas que também as desenvolvem e se reflectirmos e negociarmos ideias acerca dessas mesmas práticas.
Partindo destes princípios, pretendemos que os professores envolvidos neste Projecto (e não só) constituam uma Comunidade de Prática. Queremos com isto dizer que os docentes poderão constituir uma comunidade para partilhar e reflectir sobre as potencialidades que esta nova ferramenta, de elevada qualidade educacional, proporciona. Assim, e tendo em conta que este é um novo recurso no ensino, criar-se-á uma Comunidade de Prática que envolva os docentes interessados numa mudança e inovação das práticas pedagógicas. Trata-se de partilhar com os outros as suas experiência no âmbito dos Quadros Interactivos, resultando daí uma maior rentabilidade das potencialidades que o mesmo oferece.

Esquema 3: Constituição de outras Comunidades de Utilizadores

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