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«Quando usamos um Magicboard observamos sempre um avivar das experiências de aprendizagem pela imagem, som e movimento. Os alunos podem Ver, Ouvir e Sentir o Quadro.»
José Miguel Sousa
Director do Centro de Formação
 

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Quadros Interactivos PDF Print E-mail
Quarta, 13 Maio 2009

ImageEsta é a tecnologia que faz toda a diferença: os alunos querem participar, querem mover, editar, tomar notas, desenhar, querem estar em contacto com o quadro. No entanto, para se poder ter uma utilização de sucesso, é necessário que todo o ambiente da sala, a forma de ensinar/aprender seja por si só interactiva.

É preciso estarmos preparados para que possamos tirar o maior partido destas tecnologias.

Muitas vezes existe interacção num quadro tradicional. No entanto, na maior parte dos casos, é uma interacção controlada pelo professor e utilizada para transferir actividades ou demonstrações de conceitos, tal como um diagrama desenhado num quadro de giz. É a natureza e os propósitos das actividades da sala de aula que no fundo definem a interacção. Um quadro interactivo nunca o pode ser por si só.

Estes são verdadeiros aliados dos professores menos familiarizados com as novas tecnologias, pela facilidade com que podem ser manuseados. Em muitas escolas o quadro interactivo passou já a fazer parte da “mobília”…. Apesar de os resultados serem de uma maneira geral positivos, o que continua a faltar é um debate aprofundado acerca dos benefícios na perspectiva pedagógica da utilização do quadro interactivo em contextos de aprendizagem.

O mais importante é que nós professores encontremos a tecnologia certa que torne as nossas aulas mais interactivas, os alunos mais interessados e participativos, e deixemos a nossa cómoda posição sentado atrás da secretária. O verdadeiro desafio para qualquer escola, centro de formação, ao aderir ao uso do quadro interactivo é pois, criar um ambiente inovador, funcional e apropriado. De nada vale investir em equipamento sem investir na aprendizagem da forma como podem ser utilizados, das suas características específicas, etc. E isso temos a felicidade de ter acontecido, pois fomos “formados para a sua utilização”com toda a disponibilidade por parte do Centro de Formação Penalva e Azurara, agora denominado EDUFOR., nomeadamente com o acompanhamento do Professor Jorge Cabral.

Dependendo da finalidade que nós lhe atribuíamos, o quadro interactivo pode ser apenas um quadro tradicional electrónico ou um instrumento que os professores e alunos usam para introduzir, desenvolver, concluir ou apresentar aulas e para desenvolver e reforçar a aprendizagem em moldes inovadores.

Teremos que trabalhar com as novas tecnologias para que possamos também ensinar os nossos alunos a utilizá-las, pois serão essas as suas ferramentas de trabalho no futuro. A “chave” do sucesso da utilização destes equipamentos parece ser então: Professores promotores de boa utilização das novas tecnologias.

Estou certa que a aposta em tecnologias Q.I. agrada aos nossos alunos. Vejamos algumas opiniões daqueles que iniciaram agora o processo e de alunos que estão desde o início no mesmo (5ºF e 9ºA):

Ana Margarida, aluna do 5ºF (GEA): “A nossa turma tem muita sorte por ter aulas numa sala com Q.I. . No entanto, há algumas coisas que deviam ser melhoradas: o projector não fazer sombra e ao capturar imagens elas não são coladas no doc. que queríamos.

Ana Carolina, aluna do 5ºF (GEA): “…ao escrever no Q.I. temos de o fazer sem levantar a caneta e eu às vezes levanto-a e depois fica tudo mal…

David Matos, aluno do 9ºA (GEA): “… podemos guardar os ficheiros e continuar na aula seguinte…

Analisa, aluna do 9ºA (GEA): “…o aparecimento dos Q.I. foi uma mais valia, tanto para nós como para os professores, pois algumas aulas passaram a ser muito mais rentáveis…

Sílvia Gomes, aluna do 9ºA (GEA): “Ao longo destes últimos três anos o Q.I. tornou-se numa ferramenta essencial às nossas aulas. (…) Tudo isto ajuda a melhorar o desempenho escolar dos alunos.

Luís Amaral, aluno do 9ºA (GEA): “Durante os três anos… tornou-se numa peça muito importante e essencial para as aulas.

Magda Fortuna, aluna do 9ºA (GEA): “Trabalhar com o Q.I. é algo que nos mantém mais concentrados e atentos, devido, sobretudo, às animações nele presentes, tendo a ilusão de nos “divertimos” a aprender.

Marília, aluna do 9ºA (GEA): “…eu, como aluna, valorizo-o (Q.I.), pois as aulas não são uma “seca” e aumenta-nos o interesse, a concentração e isso só nos traz bons resultados.

Maria José Espinha
Professora no Agrupamento de Escolas
Gomes Eanes de Azurara

 
Nova área no portal: Auto-Formação PDF Print E-mail
Quinta, 30 Abril 2009

Com o intuito de apoiar os docentes utilizadores de quadros interactivos Magicboard de todo o país em escolas não associadas ao Centro de Formação EduFor, a área «Tutoriais Online» do portal do Projecto Inovar com QI foi alvo de algumas reformulações dando origem a uma nova denominada agora por «Auto-Formação».

Nesta nova área é disponibilizado um conjunto de materiais com o intuito de promover e facilitar a auto-formação dos educadores e professores interessados em enriquecer a forma como preparam as suas aulas com recurso ao StarBoard Software.

Caso surgam dificuldates durante a execução das tarefas propostas, sejam elas em documentos de apoio, actividades de exploração, actividades práticas ou nos vídeo-tutoriais os docentes podem recorrer ao fórum do portal para esclarecer as dúvidas ou obter o apoio necessário para as ultrapassar.

 
1.000.000 de Visitas PDF Print E-mail
Quinta, 30 Abril 2009
O portal do Projecto Inovar com QI ultrapassou o milhão de visitas. Até à presente data o portal conta com 721 utilizadores registados, 1081 diários de bordo, 188 mensagens no fórum, 176 notícias, 107 documentos para download (onde se incluem fichas práticas, actividades de exploração, guias, manuais e materiais de apoio à formação) e 618 ligações a websites externos catalogados pelos utilizadores do portal.
 
A partilhar também se aprende PDF Print E-mail
Segunda, 27 Abril 2009

A partilhar também se aprendeO conhecimento é hoje uma mistura de experiências, valores, informação contextualizada e percepções de um indivíduo que fornecem um enquadramento de avaliação e permitem a incorporação de novas experiências e informação.

A criação de uma comunidade de prática de cariz colaborativo foi uma das grandes concretizações do projecto Inovar com QI ao longo destes anos, potenciando um processo de ensino e aprendizagem mais dinâmico, com um novo nível de interacção antes inexistente.

Como forma de dinamizar processos de aprendizagem organizados, fundamentados na criatividade, no desenvolvimento de conhecimento ou competências, bem como a incorporação e partilha de novas habilidades, capacidades e destrezas, os professores da E. B. 2,3/S de Penalva do Castelo têm organizado, pontualmente, workshops de demonstração e partilha de materiais produzidos no âmbito das suas áreas disciplinares e níveis de ensino. A experiência tem sido motivo de amplos espaços não só de partilha, mas também de análise, comentários e sugestões de melhoria dos materiais produzidos.

É que neste domínio de implementação de quadros interactivos no contexto de sala de aula também se aplicam as palavras do poeta ao dizer que “não há caminho, o caminho faz caminhando”.

O Coordenador de Escola do projecto Inovar com QI
Jaime Fernandes

 
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